29
Jul
postado em Tips and Trips

Paisagens subtropicais e relevo montanhoso dão vida a um paraíso localizado no oceano Atlântico pertencente à Espanha: as Ilhas Canárias. O arquipélago se encontra ao norte da África e é mais próximo deste continente que da Europa. Declarada região autônoma em 1982 pelo parlamento espanhol, o arquipélago é constituído por sete ilhas principais: Tenerife, Fuerteventura, Gran Canária, Lanzarote, La Palma, La Gomera e El Hierro. A capital é compartilhada entre Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas. O território compreende uma área de 7.446.95km e um população de 2.114.989 habitantes.

Apesar da história mencionar o descobrimento das ilhas desde os tempos romanos, a colonização do arquipélago teria iniciado apenas no século XIV. Inicialmente, o lugar era produtor de cana de açúcar e outros produtos agrícolas de pouca importância econômica. Com a chegada dos europeus às Américas, a produção de açúcar se tornou mais viável em outros locais devido à mão de obra escrava.

Porém, um aumento na demanda por vinho no século XVII, impulsionou fortemente a viticultura que se desenvolveu diante das dificuldades locais de pouca água e baixa produtividade. A posição estratégica das ilhas também contribuiu para o comércio – a maioria dos navios na rota da África e Américas buscam no local se reabastecer de mantimentos para as longas viagens.

Os melhores vinhos produzidos neste clima subtropical, com solos vulcânicos cobertos por cinzas, são os brancos. Em regra se utilizam as variedades Listán e Malvasia, além de Vilarejo, Marmajuelo, Albillo e Bual.

Os brancos são secos com aromas cítricos de média intensidade, são refrescantes e o teor alcoólico gira em torno de 12,5-13% abv. Para quem está acostumado aos Malvasias e Bual, doces da ilha madeira, a versão seca dos vinhos canários será, sem dúvida, uma grande surpresa.

 

Videiras da Bodega Rubicón

 

Os vinhos tintos são de qualidade um pouco menos consistente e muito de um produtor a outro. As variedades tintas mais plantadas são a Listán Negro e Negramoll. Outras menos cultivadas como Malvasia Cândia e Tintilla são utilizadas nos cortes. No total, o arquipélago conta com onze Denominaciones de Origen.

Lanzarote é um dos locais mais especiais para se conhecer por suas planícies, encostas de lava solidificada e, claro, as lindas praias. É considerado um dos lugares mais exóticos em toda a Espanha. As vinhas são algumas das poucas plantas capazes de retirar do solo local coberto de cinzas com subsolo de basalto (chamado lapilli), os nutrientes para o seu desenvolvimento.

A variedade Malvasia corresponde a ¾ da produção desta ilha ao leste do arquipélago com média de chuvas de apenas 100mm ao ano.

 

Vinho produzido com a variedade Malvasia, em Lanzarote.

 

São dezoito produtores que cultivam em 1.979 hectares de vinhedos. Alguns vinhos podem ser envelhecidos em barris de carvalho para vinhos de Crianza, Reserva e Gran Reserva. O período mínimo em madeira é de apenas seis meses, com posterior envelhecimento em garrafa.

Quem visita a ilha não pode deixar de provar os pratos típicos à base de peixe, carne de porco cozida com batatas e os muitos queijos locais que acompanham de forma perfeita os vinhos brancos secos à base de Malvasia e Listán. Algumas das especialidades são as papas arruagadas com mojo picón, Almogrote, caldo de papas, sansocho canário e truchas de batata.

Um brinde à diversidade! Salud!

 

Por Luiz André Batistello, Sommelier residente em Paris, fundador da empresa Magna Wines, especializada em degustações e consultoria de vinhos para brasileiros.

15
Jul
postado em Dicas Looks

O limite entre o bom senso e o mau gosto, entre o exagero e a contenção, torna a moda espanhola peculiar. A história de disputas de território e as marcantes manifestações culturais, como as touradas e o flamenco, têm influenciado, durante séculos, o jeito de vestir da Espanha, em especial, da mulher espanhola. Tecidos brilhantes e coloridos, roupas justas, tal qual a do toureiro, e a sensualidade em voga, como na dança, compõem o desfile diário. “A imagem clichê das espanholas, que misturam estampas, cor e acessórios exuberantes deu-lhes a fama de passarem do ponto nesse assunto. Este estereótipo, bastante divulgado pelos filmes de Almodóvar, tem muito fundo de verdade”, conta a coolhunter Fernanda Daudt.

 

Por outro lado, explica a estilista, a Espanha é um país europeu, próximo dos países de influência na moda global, o que tem amenizado, na atualidade, os estilos mais dramáticos ou, pelo menos, aberto espaço para outras composições. Fernanda ressalta que a Princesa Letizia, considerada um exemplo de elegância, tornou-se uma referência no modo de vestir. “Ela tem um estilo pessoal, mesmo quando contemporiza com os códigos de vestir de alguém na posição dela”, ressalta.

Na Espanha, onde há também uma longa costa marítima, assim como no Brasil, o calor se estende por longos períodos do ano. Para viver neste clima, predominam as roupas curtas, que deixam os corpos à exposição, as peças justas e coloridas. “Cor, estampa e o corpo valorizado, de forma sensual, estão no cardápio das consumidoras dos dois lados do Atlântico. A moda festa no Brasil também é bem semelhante a que é usada na Espanha”, compara.

 

 

 

A exuberância em evidência é fruto da identidade, mas claro, do trabalho de estilistas famosos que a entendem, como Agatha Ruiz de la Prada. Conhecida tanto pelas roupas coloridas e exuberantes é figura ativa na cena da cultura espanhola. Além dela, destacam-se Antônio Miró, com origens na arte da alfaiataria, e Pura López, estilista de sapatos. Fernanda lembra que Paco Rabanne, destaque da cena global da moda, é espanhol. Ela não deixa de ressaltar Cristóbal Balenciaga, até hoje considerado um ícone.

 

 

Marcas como Desigual, Custo Barcelona, Zara, Mango, Bershka, Sfera, Massimo, Dutti’s, Stradivarius e Pull & Bear são encontradas na maioria das cidades do país. Nas lojas há uma forte presença de cores e estampas. A estilista destaca como fenômeno, a marca Desigual. “A marca preserva a alma espanhola, que gosta do exagero, de babados, de cor forte”. Fernanda cita ainda a Hoss Intropia, que traz a mistura de boho (onde há vários estilos, levando em conta o conforto), com um toque sofisticado. Um ícone local da moda é o magazine El Corte Ingles, que entende a consumidora espanhola, o seu jeito, o seu dia a dia e suas atitudes. Outra marca bastante procurada é a Adolfo Domingues e há ainda a Alma Aguiar, que de acordo com a estilista, tem a “cara da roupa espanhola”.

26
Jun
postado em Dicas

O diretor de cinema Carlos Saura revelou ao mundo a arte do Flamenco. O cineasta lançou uma trilogia especial sobre a arte do flamenco, onde traduziu toda a força, a paixão e a magia da cultura espanhola. Bodas de Sangre (1981), Carmen (1983) e El Amor Brujo (1986) foram criados em parceria com o coreógrafo Antonio Gades, um dos maiores nomes do flamenco clássico. 
Saura é um reconhecido diretor de cinema espanhol e, ao longo de sua carreira, lançou diversas obras que dialogam com o universo da arte e da dança.

Aproveite os finais de semana de inverno para fazer uma sessão cinema em casa e, ainda, conhecer um pouco melhor a cultura flamenca, nossa inspiração para a coleção 2015 :)

 

Bodas de Sangre (1981)

Carmen (1983)

Em Amor Brujo (1986)

 

16
Jun
postado em Dicas Beleza

Nos backstages do editorial de moda da Biamar encontra-se a magia da temporada outono/inverno 2015 da marca. Surgem bocas marcantes, expressivas, em core vibrantes como vermelho-açaí e, o clássico e chique, nude.


Sobrancelhas fortes indicam o desejo de conquista e expressam, até mesmo, um pouco de raiva. Para garantir a força do olhar, muito rímel.
Os cabelos aparecem em tons marrons-frio, quente, loiro, loiros-estrelares. Os penteados são casuais, para enfrentar com beleza o dia. À noite são elaborados sem muita informação. O destaque fica para a roupa e, claro, para a mulher.


As produções de moda têm apostado em marcas de cosméticos da linha MAC e Dolce & Gabbana. Não poderia faltar a inesquecível e famosa maquiagem da linha Chanel, símbolo da mulher contemporânea.
Por fim, um estilo de beleza fica por conta da personalidade impressa. A força de "ser" está presente na moda Biamar, em suas roupas e looks. O resultado é só conferir: www.biamar.com.br.

29
Mai
postado em Looks

Estilistas de todo o mundo têm apostado no sportwear por uma razão simples: as roupas unem detalhes à qualidade em materiais, corte, modelagem, design e sofisticação ao conforto esperado por quem vive a correria dos dias atuais. Além disso, o sportwear revela um estilo de vida, onde as pessoas estão cada vez mais conscientes e voltadas a consumir de forma inteligente, apostando em peças versáteis que possam compor diferentes looks, nas mais diversas ocasiões.


A estilista caxiense Gabriela Basso investe em peças em que as pessoas possam usar em ocasiões variadas. “Um blaser, por exemplo, pode ser de moletom, podendo ser usado tanto com uma calça de alfaiataria – de corte sofisticado – como com um jeans”, explica. Gabriela conta que é uma forma de colocar de lado certos conservadorismos impostos por determinadas profissões, mas sem abandonar o estilo sofisticado e o bom gosto. “As pessoas procuram – principalmente aqueles de profissões mais sisudas – às vezes, evidenciar sua personalidade, usando algo mais despojado”, destaca.


O termo sportwear, em outras épocas, era usado somente para designar os trajes usados por atletas. Desde que os uniformes das mais variadas modalidades passaram a exercer extrema influência na moda – entre os anos 70 e 80 principalmente (dominados por collants, leggings, moletons, polainas e bodies) – o estilo esportivo se tornou subjetivo. Com o tempo, o termo activewear substitui o sportwear em relação às roupas usadas nas atividades físicas. O sportwear, atualmente, se relaciona muito mais com o conceito, traduz praticidade e elegância nas mais variadas situações. Gabriela Basso esclarece que esta tendência – de misturar estilos – começou na década de 90 e, hoje em dia, alguns elementos da década estão no auge. Segundo a estilista, a década está sendo revivida, inclusive em outras áreas como decoração e arquitetura. “Busca-se simplicidade unida à sofisticação”, diz.


 

 


HISTÓRIA
Apesar dos americanos serem os porta-vozes do sportwear, a origem nos remete à francesa Gabrielle Coco Chanel. Mademoiselle Chanel introduziu os primeiros conceitos de trajes esportivos no prêt-à-porter, quando, na cidade litorânea de Deauville, trocou a pompa das roupas femininas do começo do século XX pela sobriedade do armário masculino. De olho na simplicidade, no conforto e na praticidade das roupas dos marinheiros e pescadores da região, Chanel criou o protótipo do sportwear. Ela apostou em formas soltas, garantindo mais liberdade de movimento.

 


Nos anos 70, estilistas americanos como Rauph Lauren, Calvin Klein, Tommy Hilfiger e, posteriormente, Donna Karan, Claire McCardell e Liz Claiborne, adaptaram os mesmos conceitos. O estilo ficou ligado à moda e ao jeito de viver dos americanos. “A moda se reinventa e busca inspiração nela mesma. O seu propósito é vestir com beleza e referências antigas tão importantes – é como reler um livro e fazer novas descobertas”, conclui Gabriela Basso.

19
Mai
postado em Biamar

Antoni Gaudí, arquiteto, urbanista, escultor e pintor espanhol. Nasceu em 25 de junho de 1852, em Reus, litoral da Catalunha. De origem humilde, era filho de um caldeireiro. Em 1869, foi estudar arquitetura em Barcelona. Formado, recusou os princípios acadêmicos da arquitetura Neoclássica e usou livremente as formas e as técnicas das artes Bizantina, Muçulmana, Mudejar, Gótica e Barroca, criando um estilo eclético e pessoal. Teve especial interesse pelas formas da natureza – geologia, botânica, zoologia, anatomia. Com linguagem escultórica própria projetou edifícios com estruturas complexas e formas fantásticas. Algumas possuem um poder quase alucinatório.


No estilo Mudejar, mistura da arte muçulmana com a cristã, são exemplos a Casa Vicens, de 1878-80, o El Capricho, 1883-1886, a Propriedade e o Palácio de Güell, do final dos anos 1980. O mecenato do rico conde Güell lhe encomendou cinco diferentes projetos. No Parque Güell (1900 – 1914) afloraram suas preocupações urbanísticas audaciosas, concepção nova de espaço e uma imaginação delirante na decoração dos bancos, com técnica catalã do trendcadis que usa peças de cerâmicas quebradas para compor superfícies.


Recebeu influência do revivalismo da histórica arquitetura Gótica, inspirado pelo arquiteto francês Viollet-le-Duc, e projetou o Palácio Episcopal de Astorga (1887-1893) e a Casa de los Botines (1892-1894). No Gótico utilizou princípios de estilo e algumas de suas formas típicas, mas também inovou com seus arcos parabólicos catenários.


Sob a influência do Barroco projetou a Casa Calvet em Barcelona (1898-1904). Após os anos 1902, seus projetos deixaram de ser atribuídos a um estilo arquitetônico. A obra de Gaudí é geralmente classificada como fazendo parte do Modernismo catalão, da vertente Art-Nouveau, porém supera pela originalidade de suas concepções, rompendo regras e criando novas soluções, inclusive com curvas dinâmicas e decoração artesanal, ferro forjado, móveis que desenhava e vitrais. Atrações turísticas de Barcelona são as Casas Batlló (1904-1906) e Milà (1906-1912), conhecida como La Pedrera.


Politicamente, foi um fervoroso nacionalista catalão. Gaudí nunca se casou, a partir de 1910, devotou-se exclusivamente à religião e a obra da Sagrada Família, que assumira em 1883, já iniciada como igreja de feição Neogótica. É a obra onde seu temperamento visionário melhor se manifesta. Morreu aos 73 anos, atropelado por um bonde e foi sepultado na cripta da própria igreja, ainda inacabada. 

Por Arquiteto Oscar Décio Carneiro

11
Mai
postado em Biamar
Sensual, carregada de emoções, com um ritmo marcado por sentimentos profundos e, em especial, pela paixão. Assim a dança flamenca reflete em movimentos a identidade de uma nação, forte, aguerrida. As raízes dessa contagiante emoção, presente na cultura espanhola, está no sul da Espanha, na região de Andaluzia. Da expressão da alma, de um povo formado por várias culturas, veio o canto, a música e a dança - de características marcantes, unindo as diferentes civilizações que durante séculos passaram pela região. Árabes, judeus, hindus, castelhanos, bizantinos, mouros, gregos, fenícios, romanos e ciganos - povos de passagem - criaram a arte Flamenca. "Nasceu como uma forma de manifestação dos sentimentos desses povos, em reuniões familiares e entre amigos", conta Cadica Costa, professora e bailarina, que recentemente lançou no Brasil o livro: Baile Flamenco, Identidade Gaúcha.

O Flamenco está presente no cotidiano da Espanha, no estilo de vida das pessoas,  nas danças folclóricas, na culinária, na música, no canto, nas cores fortes, nos prédios, nos encontros das famílias, na preservação das tradições. "O Flamenco é uma filosofia de vida que influencia o dia a dia de muitos espanhóis", ressalta Cadica. Atualmente, a dança é um dos elementos mais fascinantes dessa cultura sua maior expressão e passou a ser uma arte universal, com o propósito de manter suas raízes, mesmo quando envolvida por influências de outras. "O corpo fala, e a linguagem dos movimentos por meio da dança expressa emoções tão intensas que ultrapassam barreiras, levando o corpo e a mente a uma sensação inigualável de bem-estar", relata no livro a bailarina.
 

O estilo passou por diversas fases. Em sua etapa mais primitiva, "rondo", conta a bailarina, estavam presentes emoções intensas de uma gente simples. Juntos aos "seus" revelavam, por meio do "cante" , da forte melodia da "guitarra", dos movimentos do "baile", a dor de uma geração sem pátria, sensível, que se reconstrói em uma nova cultura. Ao mesmo tempo expressavam uma "certa alegria" pela vida, pela sobrevivência, por estarem juntos. 

Com o intuito de conseguir um "lugar ao sol" adaptaram novos ritmos, mais alegres, e a arte chegou aos cafés cantantes, e os artistas passaram a ser remunerados. Nesta fase profissional o Flamenco sai do ambiente restrito das famílias, e a dança e o canto invadem os bares, os restaurantes, todos os recantos espanhóis. Incorporam novos elementos, por influências dos meio viajantes - marinheiros- que chegavam de Cuba e do Rio da Prata. Eram as milongas, as colombianas, as guajiras, os cantes de ida e vuelta. "Os mais antigos, os conservadores resistiam às influências", destaca Cadica. Não demorou muito para o Flamenco chegar aos palcos do teatro e surge a Ópera Flamenca. "É um momento de mudança e que se rompe o tradicional, dando abertura ao popular, proporcionando à dança novas possibilidades", explica. "O espanhol dança com muita naturalidade e sentimento".

Durante a sua pesquisa para a produção do livro Baile Flamenco, Identidade Gaúcha, a bailarina descobriu que a Espanha é o país que melhor organizou suas danças. Pela presença na cultura desde os mais remotos tempos, na Espanha a dança é ensinada nas escolas. Dança-se nas escolas públicas e particulares e há o reconhecido Balé Nacional da Espanha. Essa presença na cultura, na vida da população, leva à naturalidade dos movimentos e sentimentos impressos neles. Domínio, expressão e mistério próprios, estão incorporados aos passos, que provém da liberdade, da graça e da "necessidade de superação".
 

São quatro estilos diferentes: escola bolera ou clássica espanhola - onde há o estudo de castanhola, sapateado, braceiros típicos -, danças regionais ou folclóricas, dança flamenca e dança estilizada espanhola, que reúne os três primeiros estilos. Cada região da Espanha tem seu bailado de origem. A Sevillana é a dança mais popular do país. É dançada em pares e o uso das castanholas é opcional.

Na avaliação da bailarina, há uma grande diferença entre as danças executadas nos teatros e em outros cenários, e as interpretadas pelo povo nas festas tradicionais e de casamento. No entanto, é difícil identificar o tipo de dança e, tampouco, a região de origem, ainda mais quando os bailarinos estão sem os trajes típicos. São muitos elementos em comum, mas, em especial, os sentimentos de paixão e os movimentos sensuais.

A dança flamenca é uma das mais puras formas de expressão e possui uma imensa variedade de ritmos e diferentes estilos de bailes. A interpretação demonstra a alegria, tristeza, melancolia, ação, graça e arrogância. O bailarino dança com intensidade, sensualidade e domínio. O corpo expressa  harmonia e os movimentos se intercalam entre força e leveza. "É como se estivessem em outro nível de consciência", diz. "Dizemos: Tienes Duende - algo mágico que ultrapassa a técnica, que vai além da experiência adquirida", completa. 
 
08
Jan
postado em

Os esmaltes alaranjados são preferência absoluta nesta temporada e deve marcar presença nos principais destinos de férias. Mas não pense que o tom é o mesmo do ano passado. Agora, a cor está bem mais forte, mais puxada para o laranja.

O preto, branco seco, azul, lilás e amarelo pastel também entraram na lista dos preferidos.  O nude, que costumava ser mais usado nas estações frias, vai aparecer muito nas mãos mais atualizadas.

 

30
Dez
postado em Lifestyle

Como já é tradicional, no fim de cada ano, é hora de renovarmos as energias e ocuparmos nosso coração com sentimentos positivos, que atraiam bons pensamentos e grandes realizações :) Pensamentos e atitudes positivas, contribuem poderosamente para um novo ciclo, cheio de coisas boas. Com base nas dicas de José Roberto Marques, selecionamos algumas ideias muito importantes para 2015 ser um ano muito, mas muito bonito. Confira:

  • Celebre suas conquistas;
  • Liste seus aprendizados;
  • Perdoe-se por seus erros;
  • Perdoe os erros alheios com você;
  • Agradeça a todos que ajudaram você este ano;
  • Peça desculpa a quem magoou;
  • Mentalize suas próximas realizações;
  • Relembre seus momentos felizes;
  • Comemore suas superações;
  • Esteja junto das pessoas que você ama;
  • Diga a elas o quanto você as ama;
  • Orgulhe-se dos resultados construídos;
  • Descanse o seu corpo e sua mente;
  • Aproveite seu aqui e agora.

 

Mesmo que não consiga realizar todos os passos acima, faça o que for possível. A recompensa pela sua mudança de atitude pode ser gratidão, perdão, um abraço sincero, uma chance de renovação para suas relações, aumento do seu amor-próprio e uma nova oportunidade para que você enxergue com, respeito, orgulho e admiração :)

Busque ser o melhor que puder em 2015! 

09
Dez
postado em Apostas Beleza

Uma versão mais curta das saias godê, a skater tem este nome porque a ideia é poder ter movimentos livres. Elas ganharam força neste ano mesmo, encantam as jovens, e provavelmente serão a peça-chave deste verão.

O modelo tem uma pegada esportiva e geralmente é bem curtinha, por isso não é a peça indicada para ir a eventos formais, mas é ótima para baladas.

Os saltos são aliados para dar um up no visual e chamam bastante atenção. Mas os sapatos baixos também são bem-vindos, e dão um toque mais casual. Geralmente, o top é curtinho ou usado por dentro da saia, assim ela não some dentro do look ;)

 

 

 

 

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