28
Out
postado em Dicas

O gaspacho é uma sopa fria espanhola que combina com o verão por ser refrescante servindo tanto de entrada como de bebidinha para o final de tarde. Confira a receita e chame os amigos!

Ingredientes:
150 g de miolo de pão dormindo
4 tomates grandes
½ pepino descascado e picado
½ pimentão verde sem sementes e picado
2 dentes de alho
4 colheres de sopa de azeite de oliva
1 colher de sopa de vinagre de arroz
Sal
Pimenta do reino moída na hora


Execução:
Fatie o miolo de pão, coloque em um recipiente com 150 ml de água e reserve por alguns minutos enquanto prepara os demais ingredientes. Faça um corte em “X” na parte de baixo de cada tomate e coloque-os em água fervente por 3 minutos, retire da água e esfrie em água corrente até que se possa trabalhar com eles, então, retire a casca dos tomates. Em um liquidificador coloque todos os ingredientes grosseiramente picados e bata. Ao obter a consistência cremosa, acerte o sal e a pimenta, adicione água na quantidade que achar necessário para obter a consistência que preferir e, por fim, distribua nos copos em que irá servir e leve à geladeira por 2 horas.

Para servir, acrescente azeite de oliva, cebolinha picada, coentro fresco picado ou erva doce fresca. Acompanhe com ovos de codorna, pimentões vermelhos picados, copa, presunto cru, pães e etc.

Fonte: Punto Menos.

31
Ago
postado em Dicas

Vamos preparar uma sangria?

Esta bebida típica da Espanha é muito saborosa e super refrescante! Perfeita para acompanhar um happy hour ou um jantar ao ar livre. Aprenda a fazer e surpreenda seus convidados!

 
 
 
Ingredientes:
1/2 garrafa de vinho tinto seco
A mesma medida de refrigerante de limão
3 maçãs picadas
1 abacaxi picado sem o miolo
Cravo-da-índia a gosto
Açúcar a gosto
Gelo picado a gosto
Rodelas de laranja e limão
 
Modo de Preparo:
- Pique as maçãs e o abacaxi e coloque em uma jarra grande de vidro, com o açúcar;
- Adicione o vinho, o refrigerante, os cravos e o gelo;
- Mexa bem para misturar os sabores e embeber as frutas;
- Coloque rodelas de laranja e limão para decorar.
20
Ago
postado em Dicas
Que tal um Happy Hour à moda espanhola? Separamos uma receita fácil e deliciosa de "tapas", petiscos típicos da Espanha, que caem super bem para um final de tarde, acompanhado de um vinho branco gelado ou uma cerveja. 
 
 
Batatas:
Corte 250 gramas de batatinhas pequenas com casca em 2 ou 3 pedaços e cozinhe em água fervente até ficarem macias. Feito isso, em uma panela coloque meio centímetro de azeite no fundo e aqueça. Quando o azeite ferver adicione 5 dentes de alho descascados e inteiros e as batatas (muito bem escorridas e secas) e frite as mesmas por 8 a 10 minutos. Nos últimos 2 ou 3 minutos adicione na fritura alecrim e erva doce frescos. Escorra e estão prontas para servir com o molho picante.
 
Molho Picante:
Em uma panela com azeite frite uma cebola roxa picada e 2 dentes de alho. Quando a cebola estiver macia, adicione à fritura 2 pimentas dedo de moça picadas sem as sementes, 1 cenoura ralada e frite por mais 3 minutos. Feito isso, adicione um punhado de folhas de tomilho fresco e uma lata de tomates pelados amassados e cozinhe o molho até que não se perceba o gosto dos tomates crus. Mantenha o molho com pouca água durante o cozimento para que ele fique consistente ao final. Com o molho pronto, leve o mesmo ao liquidificador e bata até obter uma consistência homogênea. Acerte o sal e sirva em uma molheira para que se possa mergulhar as batatinhas.
 
Mini Pimentões assados:
Esse acompanhamento é ótimo, e muito fácil de fazer, basta colocar os mini pimentões em uma forma, regados com azeite de oliva e um pouco de sal e levá-los ao forno virando de vez em quando até ficarem macios. 
 

Fonte: puntomenos.com.br por Tiago Daltoe
13
Ago
postado em Beleza

A dança flamenca é conhecida por sua sensualidade, mistério e força. Ela surgiu da miscigenação das culturas árabe, judaica e cigana. Povos de sangue “caliente”, naturalmente dramáticos, alegres e festeiros. Retratavam em sua dança e cante todo o sentimento de amor, devoção, suas dores e alegrias, transmitindo de geração em geração toda sua arte.

É uma dança de energia forte, vibrante, onde não existe meio termo. É marcante, decidida e cheia de atitude. Por isso, é necessário que a maquiagem esteja adequada com as emoções e colabore com toda a expressividade. Mesmo para quem não se aventura pelos palcos e tablaos, os smokey eyes e o batom vermelho podem ser adaptados para ocasiões que pedem uma maquiagem dramática e intensa.

Passo a passo para uma maquiagem inspirada no flamenco:

- Prepare a pele com base, corretivo e pó compacto, deixando um acabamento perfeito abaixo dos olhos;

- Aplique sombra cor da pele em toda a linha de transferência da pálpebra móvel até a raiz das sobrancelhas. Essa cor ajudará a esfumar o preto;

- No canto interno dos olhos, aplique uma sombra de cor quente, dourada ou cobre, apenas até a metade das pálpebras;

- Do canto externo para dentro, aplique sombra preta ultrapassando levemente a linha do côncavo. Com um pincel de esfumar, esfume para suavizar a linha que divide as cores, ou seja, entre o preto e o dourado/cobre;

- Aplique sombra iluminadora onde a sobrancelha começa a arquear para fora;

- Aplique lápis preto rente aos cílios inferiores, para dar um aspecto meio borradinho, esfume com a borrachinha do lápis ou com um cotonete. Aproveite e aplique o lápis preto na linha d’água;

- Finalize com máscara para cílios preta, pouco blush e um batom vermelho bem intenso.

 

Fonte: https://mecolore.wordpress.com/2011/02/17/make-flamenco-ole/ 

 

29
Jul
postado em Tips and Trips

Paisagens subtropicais e relevo montanhoso dão vida a um paraíso localizado no oceano Atlântico pertencente à Espanha: as Ilhas Canárias. O arquipélago se encontra ao norte da África e é mais próximo deste continente que da Europa. Declarada região autônoma em 1982 pelo parlamento espanhol, o arquipélago é constituído por sete ilhas principais: Tenerife, Fuerteventura, Gran Canária, Lanzarote, La Palma, La Gomera e El Hierro. A capital é compartilhada entre Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas. O território compreende uma área de 7.446.95km e um população de 2.114.989 habitantes.

Apesar da história mencionar o descobrimento das ilhas desde os tempos romanos, a colonização do arquipélago teria iniciado apenas no século XIV. Inicialmente, o lugar era produtor de cana de açúcar e outros produtos agrícolas de pouca importância econômica. Com a chegada dos europeus às Américas, a produção de açúcar se tornou mais viável em outros locais devido à mão de obra escrava.

Porém, um aumento na demanda por vinho no século XVII, impulsionou fortemente a viticultura que se desenvolveu diante das dificuldades locais de pouca água e baixa produtividade. A posição estratégica das ilhas também contribuiu para o comércio – a maioria dos navios na rota da África e Américas buscam no local se reabastecer de mantimentos para as longas viagens.

Os melhores vinhos produzidos neste clima subtropical, com solos vulcânicos cobertos por cinzas, são os brancos. Em regra se utilizam as variedades Listán e Malvasia, além de Vilarejo, Marmajuelo, Albillo e Bual.

Os brancos são secos com aromas cítricos de média intensidade, são refrescantes e o teor alcoólico gira em torno de 12,5-13% abv. Para quem está acostumado aos Malvasias e Bual, doces da ilha madeira, a versão seca dos vinhos canários será, sem dúvida, uma grande surpresa.

 

Videiras da Bodega Rubicón

 

Os vinhos tintos são de qualidade um pouco menos consistente e muito de um produtor a outro. As variedades tintas mais plantadas são a Listán Negro e Negramoll. Outras menos cultivadas como Malvasia Cândia e Tintilla são utilizadas nos cortes. No total, o arquipélago conta com onze Denominaciones de Origen.

Lanzarote é um dos locais mais especiais para se conhecer por suas planícies, encostas de lava solidificada e, claro, as lindas praias. É considerado um dos lugares mais exóticos em toda a Espanha. As vinhas são algumas das poucas plantas capazes de retirar do solo local coberto de cinzas com subsolo de basalto (chamado lapilli), os nutrientes para o seu desenvolvimento.

A variedade Malvasia corresponde a ¾ da produção desta ilha ao leste do arquipélago com média de chuvas de apenas 100mm ao ano.

 

Vinho produzido com a variedade Malvasia, em Lanzarote.

 

São dezoito produtores que cultivam em 1.979 hectares de vinhedos. Alguns vinhos podem ser envelhecidos em barris de carvalho para vinhos de Crianza, Reserva e Gran Reserva. O período mínimo em madeira é de apenas seis meses, com posterior envelhecimento em garrafa.

Quem visita a ilha não pode deixar de provar os pratos típicos à base de peixe, carne de porco cozida com batatas e os muitos queijos locais que acompanham de forma perfeita os vinhos brancos secos à base de Malvasia e Listán. Algumas das especialidades são as papas arruagadas com mojo picón, Almogrote, caldo de papas, sansocho canário e truchas de batata.

Um brinde à diversidade! Salud!

 

Por Luiz André Batistello, Sommelier residente em Paris, fundador da empresa Magna Wines, especializada em degustações e consultoria de vinhos para brasileiros.

15
Jul
postado em Dicas Looks

O limite entre o bom senso e o mau gosto, entre o exagero e a contenção, torna a moda espanhola peculiar. A história de disputas de território e as marcantes manifestações culturais, como as touradas e o flamenco, têm influenciado, durante séculos, o jeito de vestir da Espanha, em especial, da mulher espanhola. Tecidos brilhantes e coloridos, roupas justas, tal qual a do toureiro, e a sensualidade em voga, como na dança, compõem o desfile diário. “A imagem clichê das espanholas, que misturam estampas, cor e acessórios exuberantes deu-lhes a fama de passarem do ponto nesse assunto. Este estereótipo, bastante divulgado pelos filmes de Almodóvar, tem muito fundo de verdade”, conta a coolhunter Fernanda Daudt.

 

Por outro lado, explica a estilista, a Espanha é um país europeu, próximo dos países de influência na moda global, o que tem amenizado, na atualidade, os estilos mais dramáticos ou, pelo menos, aberto espaço para outras composições. Fernanda ressalta que a Princesa Letizia, considerada um exemplo de elegância, tornou-se uma referência no modo de vestir. “Ela tem um estilo pessoal, mesmo quando contemporiza com os códigos de vestir de alguém na posição dela”, ressalta.

Na Espanha, onde há também uma longa costa marítima, assim como no Brasil, o calor se estende por longos períodos do ano. Para viver neste clima, predominam as roupas curtas, que deixam os corpos à exposição, as peças justas e coloridas. “Cor, estampa e o corpo valorizado, de forma sensual, estão no cardápio das consumidoras dos dois lados do Atlântico. A moda festa no Brasil também é bem semelhante a que é usada na Espanha”, compara.

 

 

 

A exuberância em evidência é fruto da identidade, mas claro, do trabalho de estilistas famosos que a entendem, como Agatha Ruiz de la Prada. Conhecida tanto pelas roupas coloridas e exuberantes é figura ativa na cena da cultura espanhola. Além dela, destacam-se Antônio Miró, com origens na arte da alfaiataria, e Pura López, estilista de sapatos. Fernanda lembra que Paco Rabanne, destaque da cena global da moda, é espanhol. Ela não deixa de ressaltar Cristóbal Balenciaga, até hoje considerado um ícone.

 

 

Marcas como Desigual, Custo Barcelona, Zara, Mango, Bershka, Sfera, Massimo, Dutti’s, Stradivarius e Pull & Bear são encontradas na maioria das cidades do país. Nas lojas há uma forte presença de cores e estampas. A estilista destaca como fenômeno, a marca Desigual. “A marca preserva a alma espanhola, que gosta do exagero, de babados, de cor forte”. Fernanda cita ainda a Hoss Intropia, que traz a mistura de boho (onde há vários estilos, levando em conta o conforto), com um toque sofisticado. Um ícone local da moda é o magazine El Corte Ingles, que entende a consumidora espanhola, o seu jeito, o seu dia a dia e suas atitudes. Outra marca bastante procurada é a Adolfo Domingues e há ainda a Alma Aguiar, que de acordo com a estilista, tem a “cara da roupa espanhola”.

26
Jun
postado em Dicas

O diretor de cinema Carlos Saura revelou ao mundo a arte do Flamenco. O cineasta lançou uma trilogia especial sobre a arte do flamenco, onde traduziu toda a força, a paixão e a magia da cultura espanhola. Bodas de Sangre (1981), Carmen (1983) e El Amor Brujo (1986) foram criados em parceria com o coreógrafo Antonio Gades, um dos maiores nomes do flamenco clássico. 
Saura é um reconhecido diretor de cinema espanhol e, ao longo de sua carreira, lançou diversas obras que dialogam com o universo da arte e da dança.

Aproveite os finais de semana de inverno para fazer uma sessão cinema em casa e, ainda, conhecer um pouco melhor a cultura flamenca, nossa inspiração para a coleção 2015 :)

 

Bodas de Sangre (1981)

Carmen (1983)

Em Amor Brujo (1986)

 

16
Jun
postado em Dicas Beleza

Nos backstages do editorial de moda da Biamar encontra-se a magia da temporada outono/inverno 2015 da marca. Surgem bocas marcantes, expressivas, em core vibrantes como vermelho-açaí e, o clássico e chique, nude.


Sobrancelhas fortes indicam o desejo de conquista e expressam, até mesmo, um pouco de raiva. Para garantir a força do olhar, muito rímel.
Os cabelos aparecem em tons marrons-frio, quente, loiro, loiros-estrelares. Os penteados são casuais, para enfrentar com beleza o dia. À noite são elaborados sem muita informação. O destaque fica para a roupa e, claro, para a mulher.


As produções de moda têm apostado em marcas de cosméticos da linha MAC e Dolce & Gabbana. Não poderia faltar a inesquecível e famosa maquiagem da linha Chanel, símbolo da mulher contemporânea.
Por fim, um estilo de beleza fica por conta da personalidade impressa. A força de "ser" está presente na moda Biamar, em suas roupas e looks. O resultado é só conferir: www.biamar.com.br.

29
Mai
postado em Looks

Estilistas de todo o mundo têm apostado no sportwear por uma razão simples: as roupas unem detalhes à qualidade em materiais, corte, modelagem, design e sofisticação ao conforto esperado por quem vive a correria dos dias atuais. Além disso, o sportwear revela um estilo de vida, onde as pessoas estão cada vez mais conscientes e voltadas a consumir de forma inteligente, apostando em peças versáteis que possam compor diferentes looks, nas mais diversas ocasiões.


A estilista caxiense Gabriela Basso investe em peças em que as pessoas possam usar em ocasiões variadas. “Um blaser, por exemplo, pode ser de moletom, podendo ser usado tanto com uma calça de alfaiataria – de corte sofisticado – como com um jeans”, explica. Gabriela conta que é uma forma de colocar de lado certos conservadorismos impostos por determinadas profissões, mas sem abandonar o estilo sofisticado e o bom gosto. “As pessoas procuram – principalmente aqueles de profissões mais sisudas – às vezes, evidenciar sua personalidade, usando algo mais despojado”, destaca.


O termo sportwear, em outras épocas, era usado somente para designar os trajes usados por atletas. Desde que os uniformes das mais variadas modalidades passaram a exercer extrema influência na moda – entre os anos 70 e 80 principalmente (dominados por collants, leggings, moletons, polainas e bodies) – o estilo esportivo se tornou subjetivo. Com o tempo, o termo activewear substitui o sportwear em relação às roupas usadas nas atividades físicas. O sportwear, atualmente, se relaciona muito mais com o conceito, traduz praticidade e elegância nas mais variadas situações. Gabriela Basso esclarece que esta tendência – de misturar estilos – começou na década de 90 e, hoje em dia, alguns elementos da década estão no auge. Segundo a estilista, a década está sendo revivida, inclusive em outras áreas como decoração e arquitetura. “Busca-se simplicidade unida à sofisticação”, diz.


 

 


HISTÓRIA
Apesar dos americanos serem os porta-vozes do sportwear, a origem nos remete à francesa Gabrielle Coco Chanel. Mademoiselle Chanel introduziu os primeiros conceitos de trajes esportivos no prêt-à-porter, quando, na cidade litorânea de Deauville, trocou a pompa das roupas femininas do começo do século XX pela sobriedade do armário masculino. De olho na simplicidade, no conforto e na praticidade das roupas dos marinheiros e pescadores da região, Chanel criou o protótipo do sportwear. Ela apostou em formas soltas, garantindo mais liberdade de movimento.

 


Nos anos 70, estilistas americanos como Rauph Lauren, Calvin Klein, Tommy Hilfiger e, posteriormente, Donna Karan, Claire McCardell e Liz Claiborne, adaptaram os mesmos conceitos. O estilo ficou ligado à moda e ao jeito de viver dos americanos. “A moda se reinventa e busca inspiração nela mesma. O seu propósito é vestir com beleza e referências antigas tão importantes – é como reler um livro e fazer novas descobertas”, conclui Gabriela Basso.

19
Mai
postado em Biamar

Antoni Gaudí, arquiteto, urbanista, escultor e pintor espanhol. Nasceu em 25 de junho de 1852, em Reus, litoral da Catalunha. De origem humilde, era filho de um caldeireiro. Em 1869, foi estudar arquitetura em Barcelona. Formado, recusou os princípios acadêmicos da arquitetura Neoclássica e usou livremente as formas e as técnicas das artes Bizantina, Muçulmana, Mudejar, Gótica e Barroca, criando um estilo eclético e pessoal. Teve especial interesse pelas formas da natureza – geologia, botânica, zoologia, anatomia. Com linguagem escultórica própria projetou edifícios com estruturas complexas e formas fantásticas. Algumas possuem um poder quase alucinatório.


No estilo Mudejar, mistura da arte muçulmana com a cristã, são exemplos a Casa Vicens, de 1878-80, o El Capricho, 1883-1886, a Propriedade e o Palácio de Güell, do final dos anos 1980. O mecenato do rico conde Güell lhe encomendou cinco diferentes projetos. No Parque Güell (1900 – 1914) afloraram suas preocupações urbanísticas audaciosas, concepção nova de espaço e uma imaginação delirante na decoração dos bancos, com técnica catalã do trendcadis que usa peças de cerâmicas quebradas para compor superfícies.


Recebeu influência do revivalismo da histórica arquitetura Gótica, inspirado pelo arquiteto francês Viollet-le-Duc, e projetou o Palácio Episcopal de Astorga (1887-1893) e a Casa de los Botines (1892-1894). No Gótico utilizou princípios de estilo e algumas de suas formas típicas, mas também inovou com seus arcos parabólicos catenários.


Sob a influência do Barroco projetou a Casa Calvet em Barcelona (1898-1904). Após os anos 1902, seus projetos deixaram de ser atribuídos a um estilo arquitetônico. A obra de Gaudí é geralmente classificada como fazendo parte do Modernismo catalão, da vertente Art-Nouveau, porém supera pela originalidade de suas concepções, rompendo regras e criando novas soluções, inclusive com curvas dinâmicas e decoração artesanal, ferro forjado, móveis que desenhava e vitrais. Atrações turísticas de Barcelona são as Casas Batlló (1904-1906) e Milà (1906-1912), conhecida como La Pedrera.


Politicamente, foi um fervoroso nacionalista catalão. Gaudí nunca se casou, a partir de 1910, devotou-se exclusivamente à religião e a obra da Sagrada Família, que assumira em 1883, já iniciada como igreja de feição Neogótica. É a obra onde seu temperamento visionário melhor se manifesta. Morreu aos 73 anos, atropelado por um bonde e foi sepultado na cripta da própria igreja, ainda inacabada. 

Por Arquiteto Oscar Décio Carneiro

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